
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Novidades da semana - Modelo Calçados e Andrea Nery Calçados
Recebemos muitas novidades em nossas lojas em calçados DAKOTA, DINASTY, VICENZA E FERRUCCI.
Parcelamos em até 6x em TODOS OS CARTOES DE CREDITO.
Nas compras acima de R$500, parcelamos em 10x.
Venha nos fazer uma visita e conhecer as novidades.
MODELO CALÇADOS - Av Nossa Senhora de Fatima, 7-8 - Jardim América - Bauru - SP - 14 3226-2302
ANDREA NERY BOUTIQUE - Rua Araujo Leite, 31-37 - Vila Aeroporto - Bauru - SP - 14 3234-1729 - na quadra acima do bosque
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Nas compras acima de R$500, parcelamos em 10x.
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ANDREA NERY BOUTIQUE - Rua Araujo Leite, 31-37 - Vila Aeroporto - Bauru - SP - 14 3234-1729 - na quadra acima do bosque
sábado, 23 de outubro de 2010
Z700 da FUJIFILM redefine a forma de interagir com equipamento
Com tela sensível, nova câmera digital faz foco com apenas um toque na imagem
A FUJIFILM apresenta a mais nova integrante da família de câmeras digitais FinePix Z, a Z700. Reconhecidas por seu visual moderno, cores vibrantes e design ergonômico, a linha FinePix Z tem como objetivo trazer novas funções para facilitar o ato de fotografar. A Z700 traz, por sua vez, uma mudança de paradigma ao redefinir o método de interação com o equipamento.
Com sua tela LCD sensível ao toque, de 3,5 polegadas, o equipamento de 12 megapixels facilita o ato de fotografar ao adotar comandos intuitivos. O comando Touch & Shoot é a exemplificação da facilidade. Ao focar a cena, basta um toque na tela, em cima do detalhe desejado, e a câmera automaticamente foca nesse ponto e faz a foto. Com uma tela de resolução de 460 mil pixels, a Z700EXR é o dispositivo perfeito para se compartilhar imagens com os amigos.
A navegação é simples. Com as pontas do dedo é possível fazer uma colagem de várias fotos, arrastando as imagens para o local desejado da composição. A nova câmera contém, também, o recurso SR Auto (Scene Recognition Auto), que reconhece automaticamente o melhor modo de disparo entre os seis mais usados: Retrato, Macro, Paisagem, Noite, Retrato à Noite e Retrato com Back Light.
Lentes Fujinon com zoom ótico de 5x permitem um comprimento focal equivalente a um zoom de 36-175 mm. Graças à alta sensibilidade, até 1600 ISO na máxima resolução, o equipamento tem um ótimo desempenho em condições de baixa luminosidade.
O equipamento chega mais fino, com apenas 20,3mm de espessura. Mesmo assim, acrescenta e mantém recursos da FUJIFILM, como o já consolidado Face Detection, que tem como função buscar e focalizar os rostos das pessoas de maneira precisa e eficaz, ajustando o brilho dos rostos fotografados. Além disso, a Z700EXR conta com os recursos de Reconhecimento de Rostos e Reconhecimento de Pet. Esses dois recursos são novidades em toda a linha FUJIFILM.
Agora, é possível fazer a pré-programação de até 8 pessoas na câmera, que além de registrar o nome, já passa a tratar os escolhidos com mais atenção. Isto é, da próxima vez que fotografar uma das pessoas pré-programadas, a câmera irá reconhecer inteligentemente e otimizar os ajustes para garantir que a exposição e foco sejam os melhores para ela, em lugar de outras pessoas na foto. Esta tecnologia pode reconhecer na tela até 5 pessoas pré-programadas ao mesmo tempo.
Somando a Busca de Imagem com o recurso de Reconhecimento de Rostos, pode-se separar todas as fotos que tenham uma pessoa em questão. Já o Reconhecimento de Pet facilita a foto desses animais, mas que nem sempre param para a pose.
Outra novidade é a Detecção de Piscada, que alerta quando tiver capturado uma imagem de uma pessoa piscando, além de focar os olhos abertos eliminando o reflexo, já que os equipamentos contam com o recurso de Remoção de Olhos vermelhos.
A Z700EXR incorpora, ainda, o premiado sensor Super CCD EXR da Fujifilm, responsável pelo avanço na qualidade de imagem no mercado de consumo das compactas. O processador EXR tem a singular capacidade de mudar seu comportamento dependendo das condições de exposição: pode ficar em modo EXR Auto para a câmera fazer todo o trabalho difícil, ou, o usuário pode selecionar o modo EXR para Alta Resolução (HR), Faixa Dinâmica (DR) ou Alta Sensibilidade e Baixo Ruído (SN). Já o Flash Superinteligente otimiza o uso do flash com o ISO, ajustando para a melhor de imagens e o fundo, mantendo uma iluminação natural.
Além disso, com a adição da nova Interface Gráfica de Usuário de Duas Direções e a Exibição de Duas Imagens, movimentar-se pelas funções da Z700EXR ficou muito mais fácil. A Interface Gráfica de Usuário de Duas Direções detecta a posição da câmera e muda automaticamente a direção do botão de menu de modo correspondente (para fotografar, exibir imagens múltiplas e busca de imagem). Por sua vez, a Exibição de Duas Imagens divide a tela de vários modos para exibir várias imagens ao mesmo tempo, para que o usuário possa rolar suas imagens rapidamente e localizar aquela que estiver procurando.
FinePix Z700
Resolução
12 megapixels
Zoom ótico
5x (equivalente a 35 ~ 175 mm)
Zoom digital
4,4x
Monitor
LCD de 3,5 polegadas
Flash
automático / super-inteligente / redutor de olhos vermelhos
ISO/Sensibilidade
Auto / 100 ~ 3200 ISO
Modos de disparo
SR Auto, Touch & Shoot, Auto, Manual, Sem Flash, Paisagem, Macro, Retrato, Esporte, Retrato à Noite, Retrato com luz ao fundo (Backlit portrait) Natureza, Por do Sol, Praia, Festa, Fogos de Artifício, estabilizador de imagem e filmes.
Tamanho
98,1 x 59,0 x 20,3mm
Peso
141g
Armazenamento
memória interna (aprox. 30MB), cartão de memória SD/ cartão de memória SDHC
Outras características
Captura de vídeos em HD/ exibição em slide show/ SR Auto / estabilizador de imagem / Face Detection com sistema de remoção de olhos vermelhos / Detectação de Pets /menu em português
Inclui
alça de mão / cabo USB / bateria de lítio NP-45 / carregador de bateria BC-45 / CD-Rom (com o programa visualizador com sistema de correção de imagem) / manual em português / Cartão SD de 2GB grátis
Garantia
1 ano (a partir da data da compra)
Preço sugerido
R$ 999,00
* Serviço de Atendimento ao Consumidor FUJIFILM: 0800 770 6627
* Site: http://www.fujifilm.com.br/
A FUJIFILM apresenta a mais nova integrante da família de câmeras digitais FinePix Z, a Z700. Reconhecidas por seu visual moderno, cores vibrantes e design ergonômico, a linha FinePix Z tem como objetivo trazer novas funções para facilitar o ato de fotografar. A Z700 traz, por sua vez, uma mudança de paradigma ao redefinir o método de interação com o equipamento.
Com sua tela LCD sensível ao toque, de 3,5 polegadas, o equipamento de 12 megapixels facilita o ato de fotografar ao adotar comandos intuitivos. O comando Touch & Shoot é a exemplificação da facilidade. Ao focar a cena, basta um toque na tela, em cima do detalhe desejado, e a câmera automaticamente foca nesse ponto e faz a foto. Com uma tela de resolução de 460 mil pixels, a Z700EXR é o dispositivo perfeito para se compartilhar imagens com os amigos.
A navegação é simples. Com as pontas do dedo é possível fazer uma colagem de várias fotos, arrastando as imagens para o local desejado da composição. A nova câmera contém, também, o recurso SR Auto (Scene Recognition Auto), que reconhece automaticamente o melhor modo de disparo entre os seis mais usados: Retrato, Macro, Paisagem, Noite, Retrato à Noite e Retrato com Back Light.
Lentes Fujinon com zoom ótico de 5x permitem um comprimento focal equivalente a um zoom de 36-175 mm. Graças à alta sensibilidade, até 1600 ISO na máxima resolução, o equipamento tem um ótimo desempenho em condições de baixa luminosidade.
O equipamento chega mais fino, com apenas 20,3mm de espessura. Mesmo assim, acrescenta e mantém recursos da FUJIFILM, como o já consolidado Face Detection, que tem como função buscar e focalizar os rostos das pessoas de maneira precisa e eficaz, ajustando o brilho dos rostos fotografados. Além disso, a Z700EXR conta com os recursos de Reconhecimento de Rostos e Reconhecimento de Pet. Esses dois recursos são novidades em toda a linha FUJIFILM.
Agora, é possível fazer a pré-programação de até 8 pessoas na câmera, que além de registrar o nome, já passa a tratar os escolhidos com mais atenção. Isto é, da próxima vez que fotografar uma das pessoas pré-programadas, a câmera irá reconhecer inteligentemente e otimizar os ajustes para garantir que a exposição e foco sejam os melhores para ela, em lugar de outras pessoas na foto. Esta tecnologia pode reconhecer na tela até 5 pessoas pré-programadas ao mesmo tempo.
Somando a Busca de Imagem com o recurso de Reconhecimento de Rostos, pode-se separar todas as fotos que tenham uma pessoa em questão. Já o Reconhecimento de Pet facilita a foto desses animais, mas que nem sempre param para a pose.
Outra novidade é a Detecção de Piscada, que alerta quando tiver capturado uma imagem de uma pessoa piscando, além de focar os olhos abertos eliminando o reflexo, já que os equipamentos contam com o recurso de Remoção de Olhos vermelhos.
A Z700EXR incorpora, ainda, o premiado sensor Super CCD EXR da Fujifilm, responsável pelo avanço na qualidade de imagem no mercado de consumo das compactas. O processador EXR tem a singular capacidade de mudar seu comportamento dependendo das condições de exposição: pode ficar em modo EXR Auto para a câmera fazer todo o trabalho difícil, ou, o usuário pode selecionar o modo EXR para Alta Resolução (HR), Faixa Dinâmica (DR) ou Alta Sensibilidade e Baixo Ruído (SN). Já o Flash Superinteligente otimiza o uso do flash com o ISO, ajustando para a melhor de imagens e o fundo, mantendo uma iluminação natural.
Além disso, com a adição da nova Interface Gráfica de Usuário de Duas Direções e a Exibição de Duas Imagens, movimentar-se pelas funções da Z700EXR ficou muito mais fácil. A Interface Gráfica de Usuário de Duas Direções detecta a posição da câmera e muda automaticamente a direção do botão de menu de modo correspondente (para fotografar, exibir imagens múltiplas e busca de imagem). Por sua vez, a Exibição de Duas Imagens divide a tela de vários modos para exibir várias imagens ao mesmo tempo, para que o usuário possa rolar suas imagens rapidamente e localizar aquela que estiver procurando.
FinePix Z700
Resolução
12 megapixels
Zoom ótico
5x (equivalente a 35 ~ 175 mm)
Zoom digital
4,4x
Monitor
LCD de 3,5 polegadas
Flash
automático / super-inteligente / redutor de olhos vermelhos
ISO/Sensibilidade
Auto / 100 ~ 3200 ISO
Modos de disparo
SR Auto, Touch & Shoot, Auto, Manual, Sem Flash, Paisagem, Macro, Retrato, Esporte, Retrato à Noite, Retrato com luz ao fundo (Backlit portrait) Natureza, Por do Sol, Praia, Festa, Fogos de Artifício, estabilizador de imagem e filmes.
Tamanho
98,1 x 59,0 x 20,3mm
Peso
141g
Armazenamento
memória interna (aprox. 30MB), cartão de memória SD/ cartão de memória SDHC
Outras características
Captura de vídeos em HD/ exibição em slide show/ SR Auto / estabilizador de imagem / Face Detection com sistema de remoção de olhos vermelhos / Detectação de Pets /menu em português
Inclui
alça de mão / cabo USB / bateria de lítio NP-45 / carregador de bateria BC-45 / CD-Rom (com o programa visualizador com sistema de correção de imagem) / manual em português / Cartão SD de 2GB grátis
Garantia
1 ano (a partir da data da compra)
Preço sugerido
R$ 999,00
* Serviço de Atendimento ao Consumidor FUJIFILM: 0800 770 6627
* Site: http://www.fujifilm.com.br/
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
CK ONE SUMMER 2010
Tomar um banho de sol,
ouvir música e rir com os amigos...
A receita perfeita para se sentir bem!
O verão começa com diversão sob o sol.
A FRAGRÂNCIA
Frescor – Sedução – Diversão
CK ONE SUMMER 2010 é uma fragrância leve, ideal para os dias de verão. A fragrância capta o espírito e a energia de um verão repleto de diversão. CK ONE SUMMER abre com um suculento coquetel de pêra, tangerina e folhas de lima kaffir. Folhas de violeta, verbena e nenúfar criam um coração vibrante, enquanto ricas notas de vetiver, patchouli e cedro envolvem a fragrância em uma confortável sensação de bronzeador sobre a pele quente.
Notas de saída (cabeça): melancia, pêra, tangerina, lima kaffir
Notas de Corpo (coração): folhas de violeta, calêndula, verbena, nenúfar
Notas de fundo (base): patchouli, almíscar, vetiver, cedro
O FRASCO E A EMBALAGEM
Tons quentes e brilhantes de vermelho, laranja e amarelo complementam o reflexo do sol no design gráfico do frasco de CK ONE SUMMER, que simula o brilho radiante do sol. CK ONE SUMMER 2010 – edição limitada estará disponível em outubro de 2010
Preço sugerido ao consumidor: R$ R$ 212,00 - Eau de Toilette 100ml.
SAC: 0800 772 55 00
RR Perfumes e Cosméticos, distribuidora exclusiva dos perfumes Calvin Klein no Brasil
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Pulseira repelente é aliada no combate à dengue e outros mosquitos
A doença causada pelo Aedes aegypti pode se tornar epidemia em 2011, segundo o Ministério da Saúde. A Mosquit Band possui ativos naturais que combatem este e outros mosquitos A Micrex, importadora de produtos naturais para a saúde, traz ao Brasil a pulseira repelente Mosquit Band. Com ativo de geraniol, produto extraído da citronela e do eucalipto, é eficiente no combate aos diversos mosquitos, incluindo o da dengue.
Segundo informações do Ministério da Saúde, epidemia da doença deve acontecer em 19 estados do país, o que torna o uso da Mosquit Band necessário especialmente nas cidades com maior incidência de foco da dengue.
Versátil, a pulseira também pode ser utilizada como tornozeleira, já que possui fecho regulador. Este recurso também facilita no combate ao mosquito da dengue, pois possui o hábito de voar próximo ao chão.
A Mosquit Band é 100% natural, a prova d’água e, após aberta, tem duração aproximada de um mês. Vem em embalagem unitária e é fabricado pelo laboratório Bioworld.
Serviço:Mosquit Band é encontrada pelos sites: www.micrex.com.br e www.drogarianovaesperanca.com.br Preço sugerido: R$ 18.Importado e distribuído por Micrex – www.micrex.com.br
Segundo informações do Ministério da Saúde, epidemia da doença deve acontecer em 19 estados do país, o que torna o uso da Mosquit Band necessário especialmente nas cidades com maior incidência de foco da dengue.
Versátil, a pulseira também pode ser utilizada como tornozeleira, já que possui fecho regulador. Este recurso também facilita no combate ao mosquito da dengue, pois possui o hábito de voar próximo ao chão.
A Mosquit Band é 100% natural, a prova d’água e, após aberta, tem duração aproximada de um mês. Vem em embalagem unitária e é fabricado pelo laboratório Bioworld.
Serviço:Mosquit Band é encontrada pelos sites: www.micrex.com.br e www.drogarianovaesperanca.com.br Preço sugerido: R$ 18.Importado e distribuído por Micrex – www.micrex.com.br
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Exposição " O Futuro ! Ontem .-LAIRANA em São Carlos
Exposição retrospectiva da temática " Varal " no São Carlos Clube - São Carlos, SP.
Amigos de Bauru estiveram presente. Na foto em anexo: Welinton Coelho, Arlete( artista plástica ) e Jair José Marangoni ( Diretor da Secretaria Municipal de Bauru

textos de Ney Vilela
> O futuro, ontem!
> Estamos em plena década de 1980: o planeta está em crise. Os países
> ocidentais ainda se debatem no rescaldo do Oil Shock da década
> anterior; o mundo socialista caminha rapidamente para o colapso; o
> Brasil encontra a redemocratização, mas a esperança, como disse Milton
> Nascimento, é "um sorvete em pleno sol".
> No terreno das artes, essa crise se fez presente (no mundo e,
> principalmente, no Brasil) na forma de uma espécie de "pausa para
> meditação": consolidam-se algumas manifestações de criatividade do
> final dos anos 1960, mas o cenário é quase sempre ocupado por uma
> cultura de massas que não arrisca um milímetro de audácia, um grama de
> criatividade.
> Nesses tempos difíceis, as gravuras e pinturas de Lairana, que estamos
> recuperando e apresentando (após quase trinta anos!) ao público de São
> Carlos, são um surpreendente vendaval de ideias novas e execução
> audaciosa.
> Os varais, os prendedores e roupas são um olhar desarmado de
> preconceitos estéticos e formais; são a manifestação de que o novo
> sempre vem. E sempre vence.
>>>>
> Quem é Lairana
> Lairana nasceu em Bauru, mas a melhor maneira de defini-la seja a de
> que estamos diante de uma artista cosmopolita: podemos encontrar o
> brilho de suas manifestações artísticas em locais como o 22nd
> Internacional Festival - Seven Wonders of the World Raleigh (NC) USA;
> ou o Espaço Cultural Sheraton Hotel, La Paz - Bolívia. Lairana já
> apresentou suas obras na Galeria Artitude, em Paris, e no Centro de
> Cultura e Congressos. Porto, Portugal. Há obras de Lairana em mãos de
> particulares do Japão, da África do Sul e em quase todos os países
> americanos.
> Dedica sua vida às artes: é professora doutora, em Artes, pela Escola
> de Comunicações e Artes, da USP; foi chefe de departamento da
> Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP; produziu
> inumerável quantidade de obras usando as mais variadas técnicas: da
> aquarela ao silkscreen; da acrílica ao óleo sobre tela.
> Lairana é uma intelectual, mas suas impressões - transformadas em arte
> - fazem dela aquilo que os antropólogos chamam de "observadora participante".
> De certa forma, sua obra não é uma ilustração para a história da
> cultura brasileira, mas é a história da cultura brasileira (e
> mundial...) que deu forma à experiência artística, oferecendo-lhe uma
> gama de escolhas cambiantes, mas limitadas, que foram aproveitadas,
> muitas vezes, de maneira genial. Podemos definir, em conclusão, esta
> caminhada intelectual e artística, adaptando uma frase de Karl Marx:
> "as pessoas fazem suas vidas, mas não as fazem nas circunstâncias
> escolhidas por elas, e sim nas circunstâncias diretamente encontradas,
> proporcionadas e transmitidas pelo passado"; podemos acrescentar: e
> pelo mundo à volta delas.
Amigos de Bauru estiveram presente. Na foto em anexo: Welinton Coelho, Arlete( artista plástica ) e Jair José Marangoni ( Diretor da Secretaria Municipal de Baurutextos de Ney Vilela
> O futuro, ontem!
> Estamos em plena década de 1980: o planeta está em crise. Os países
> ocidentais ainda se debatem no rescaldo do Oil Shock da década
> anterior; o mundo socialista caminha rapidamente para o colapso; o
> Brasil encontra a redemocratização, mas a esperança, como disse Milton
> Nascimento, é "um sorvete em pleno sol".
> No terreno das artes, essa crise se fez presente (no mundo e,
> principalmente, no Brasil) na forma de uma espécie de "pausa para
> meditação": consolidam-se algumas manifestações de criatividade do
> final dos anos 1960, mas o cenário é quase sempre ocupado por uma
> cultura de massas que não arrisca um milímetro de audácia, um grama de
> criatividade.
> Nesses tempos difíceis, as gravuras e pinturas de Lairana, que estamos
> recuperando e apresentando (após quase trinta anos!) ao público de São
> Carlos, são um surpreendente vendaval de ideias novas e execução
> audaciosa.
> Os varais, os prendedores e roupas são um olhar desarmado de
> preconceitos estéticos e formais; são a manifestação de que o novo
> sempre vem. E sempre vence.
>>>>
> Quem é Lairana
> Lairana nasceu em Bauru, mas a melhor maneira de defini-la seja a de
> que estamos diante de uma artista cosmopolita: podemos encontrar o
> brilho de suas manifestações artísticas em locais como o 22nd
> Internacional Festival - Seven Wonders of the World Raleigh (NC) USA;
> ou o Espaço Cultural Sheraton Hotel, La Paz - Bolívia. Lairana já
> apresentou suas obras na Galeria Artitude, em Paris, e no Centro de
> Cultura e Congressos. Porto, Portugal. Há obras de Lairana em mãos de
> particulares do Japão, da África do Sul e em quase todos os países
> americanos.
> Dedica sua vida às artes: é professora doutora, em Artes, pela Escola
> de Comunicações e Artes, da USP; foi chefe de departamento da
> Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP; produziu
> inumerável quantidade de obras usando as mais variadas técnicas: da
> aquarela ao silkscreen; da acrílica ao óleo sobre tela.
> Lairana é uma intelectual, mas suas impressões - transformadas em arte
> - fazem dela aquilo que os antropólogos chamam de "observadora participante".
> De certa forma, sua obra não é uma ilustração para a história da
> cultura brasileira, mas é a história da cultura brasileira (e
> mundial...) que deu forma à experiência artística, oferecendo-lhe uma
> gama de escolhas cambiantes, mas limitadas, que foram aproveitadas,
> muitas vezes, de maneira genial. Podemos definir, em conclusão, esta
> caminhada intelectual e artística, adaptando uma frase de Karl Marx:
> "as pessoas fazem suas vidas, mas não as fazem nas circunstâncias
> escolhidas por elas, e sim nas circunstâncias diretamente encontradas,
> proporcionadas e transmitidas pelo passado"; podemos acrescentar: e
> pelo mundo à volta delas.
domingo, 17 de outubro de 2010
Rasteiras Orbis Shoes são opções ideais para a primavera-verão

Orbis Shoes apresenta a linha Donna, com modelos femininos ideais para as temperaturas elevadas, mulheres modernas e estilosas.
Na hora de escolher um calçado para enfrentar as altas temperaturas do verão, conforto e bem-estar fazem toda a diferença. A linha Donna, da Orbis Shoes, apresenta três modelos de rasteirinhas, com cores alegres e vibrantes, que garantem um caminhar seguro e de bastante elegância.
Produzidas nas cores limão, rosa, Pink, azul turquesa e talp, os modelos Leda e Trança são confeccionados em material camurça e solado de borracha, já o modelo Calypso ganhou uma sola de couro, ideais para a tropicalidade brasileira.
Os detalhes em flores das peças Calypso e Leda representam a feminilidade, desenvolvidas especialmente para as mulheres brasileiras, que não dispensam a chance de exibirem graça e bom gosto, e claro estar antenada com a moda.
Especializada em desenvolver produtos exclusivos, a Orbis Shoes é referência em qualidade e inovação. Responsável por estabelecer novos parâmetros de durabilidade e conforto aos seus calçados, a empresa com uma clientela fiel e exigente, conquista a cada dia, a confiança de empresas nacionais e internacionais, aumentando o valor agregado de seus produtos.
A indústria francana possui como filosofia prezar a qualidade de seus produtos. Produzindo atualmente cerca de 500 pares de calçados masculinos por dia, a meta das empresárias é chegar a marca de no máximo 1000, uma forma de poder acompanhar de perto todas as etapas da produção. “Com volumes muito grandes, os controles ficam mais difíceis e a qualidade dos nossos produtos artesanais é colocada em risco” – revela Lilian Melo.
Orbis Shoes
Av. Alberto Rodrigues Alves, 370 – Franca (SP)
Tel: (16) 3711-9800
http://www.orbisshoes.com.br/
Na hora de escolher um calçado para enfrentar as altas temperaturas do verão, conforto e bem-estar fazem toda a diferença. A linha Donna, da Orbis Shoes, apresenta três modelos de rasteirinhas, com cores alegres e vibrantes, que garantem um caminhar seguro e de bastante elegância.
Produzidas nas cores limão, rosa, Pink, azul turquesa e talp, os modelos Leda e Trança são confeccionados em material camurça e solado de borracha, já o modelo Calypso ganhou uma sola de couro, ideais para a tropicalidade brasileira.
Os detalhes em flores das peças Calypso e Leda representam a feminilidade, desenvolvidas especialmente para as mulheres brasileiras, que não dispensam a chance de exibirem graça e bom gosto, e claro estar antenada com a moda.
Especializada em desenvolver produtos exclusivos, a Orbis Shoes é referência em qualidade e inovação. Responsável por estabelecer novos parâmetros de durabilidade e conforto aos seus calçados, a empresa com uma clientela fiel e exigente, conquista a cada dia, a confiança de empresas nacionais e internacionais, aumentando o valor agregado de seus produtos.
A indústria francana possui como filosofia prezar a qualidade de seus produtos. Produzindo atualmente cerca de 500 pares de calçados masculinos por dia, a meta das empresárias é chegar a marca de no máximo 1000, uma forma de poder acompanhar de perto todas as etapas da produção. “Com volumes muito grandes, os controles ficam mais difíceis e a qualidade dos nossos produtos artesanais é colocada em risco” – revela Lilian Melo.
Orbis Shoes
Av. Alberto Rodrigues Alves, 370 – Franca (SP)
Tel: (16) 3711-9800
http://www.orbisshoes.com.br/
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Paula Burlamaqui Daniel Alvim em Bauru para a peça "O AMANTE"
O Amante
d e H a r o l d P i n t e r
Direção de Francisco Medeiros
“Não há uma grande diferença entre o que é real e o que é irreal, nem entre o verdadeiro e o falso. Uma coisa pode não ser nem verdadeira, nem falsa. Pode ser ao mesmo tempo verdadeira e falsa.”
(Trecho do discurso de Harold Pinter, ao receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2005). O texto de Harold Pinter provoca muitas e diferenciadas emoções e sensações. Esses estados alternados são um desafio inquietante e motivador para os atores Paula Burlamaqui e Daniel Alvim. Juntos, eles sobem ao palco do Teatro Universitário Véritas, da USC, para contracenarem na comédia dramática O Amante, no dia 16 de outubro, com sessões as 19 e 21 horas. O espetáculo estreou na cidade de São Paulo em agosto deste ano e faz sua 2ª apresentação da turnê pelo interior do Estado aqui em Bauru. O escritor, com peças montadas pelo mundo afora, é reconhecido por ser um dos autores mais complexos e instigantes da cena teatral contemporânea, em função de sua sagacidade e sensibilidade acerca, principalmente, das relações afetivas conjugais.
Em O Amante, Pinter levanta provocações, certezas, dúvidas, surpresas, tendo o casamento como o mote principal. Os diálogos são repletos de conflitos, jogos de dominação e de poder, que afloram na convivência do casal Sarah (Paula Burlamaqui) e Richard (Daniel Alvim). Nuances da intimidade e fantasias a dois, em que marido e mulher revezam-se entre algozes e vítimas, vão compondo uma história cheia de grandes revelações, alternadas por blefes e jogos eróticos. O resultado é uma atmosfera de desconfiança, na qual se perde o controle da verdade. Na montagem, a verdade e a mentira terão de ser descobertas pela plateia, que no decorrer da peça, é convidada a tirar as diversas máscaras que acobertam as identidades do casal. Para o diretor Francisco Medeiros, o brilhantismo do texto está na alternância de jogos conjugais e teatrais. “O texto explora a ambiguidade na dinâmica das relações amorosas”. É uma enxurrada de sensações, em que a volúpia, a intempestividade, a impetuosidade, o sarcasmo, a franqueza, a subjugação, o desprezo e a cumplicidade estimulam atitudes cruéis, as quais, não raro, fazem parte do relacionamento romântico. De acordo com Francisco Medeiros, a peça é um desafio, porque propõe várias identidades para duas pessoas casadas em uma tentativa vibrante e perigosa de manter a “saúde” do casamento. Um trabalho para atores corajosos... Sarah e Richard são casados há 10 anos, porém jamais tiraram suas máscaras um para o outro. Eles disputam, competem e querem dominar o placar, de uma maneira chocantemente natural para o mundo de hoje. Assim, eles acreditam que estão mantendo a vitalidade da relação e a renovação do prazer, em um mundo em que, invariavelmente, o cotidiano ameaça o amor com seus sintomas já conhecidos: a rotina e o tédio. “Existem relações com a ausência total da máscara? É isso que o Pinter quer discutir, entre outros temas. Ele fazia essa pergunta em 1963 e até hoje ela pode ser aplicada tranquilamente”, conta Medeiros. Segundo o diretor, “a peça apresenta algumas facetas do ser humano que não costumam ser olhadas, nem lembradas”. E como todo artista de alta qualidade, Pinter não aponta caminhos, nem soluções. Ele constata! O texto apresenta um genial encadeamento de ideias ambíguas, comprovando a habilidade do autor como um artesão da dramaturgia, na opinião do diretor. “O diálogo é vivíssimo, ágil, sucinto e inteligentíssimo”, completa. E para superar o desafio que o rico texto proporciona, Francisco Medeiros contou com uma equipe de mestres, como ele mesmo diz. O trabalho de corpo dos atores ficou a cargo de Neide Neves, que baseia sua formação na linguagem desenvolvida com Angel Vianna e, principalmente, com Klauss Vianna. Aline Meyer, bastante conhecida no mundo teatral paulistano como autora de trilhas sonoras, soma em seu currículo mais uma vez, a assistência de direção. Marichilene Artisevskis é a responsável pelo figurino e o cenário, que alude ao mundo ambíguo dos personagens por meio de persianas, conta com a assinatura de Márcio Medina. Já a iluminação tem o estilo do não menos respeitado Maneco Quinderé.
O público assistirá a uma peça recheada de suspense, ironia, graça, fantasias eróticas, fetiches... Em outros momentos, presenciará cenas de profundas emoções!
Sobre Francisco MedeirosBacharel em Direção Teatral, Crítica e Dramaturgia pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Como Diretor de espetáculos de Teatro, Dança e Ópera, iniciou a carreira em 1973 com a encenação de Fando e Lis, de F. Arrabal. Desde então já dirigiu mais de 100 espetáculos. Entre eles: Artaud, O Espírito do Teatro, de José Rubens Siqueira, Depois do Expediente, de Franz Xaver Kroetz, Tronodocrono, de Gabriela Rabelo e José Rubens Siqueira, Criança Enterrada, de Sam Shepard, Risco e Paixão, de Fauzi Arap, Marat-Sade, de Peter Weiss, A Gaivota, de A. Tchekov, Sherazade, de José Rubens Siqueira, Flor de Obsessão, de Pia Fraus Teatro, Eonoé, de José Rubens Siqueira, A Conferência dos Pássaros, de Jean-Claude-Carriière, Nossa Cidade, de Luis Alberto de Abreu, Uma Vida no Teatro, de David Mamet, Os IKS, de Colin Higgins e Jean-Claude-Carrière, Hamlet, de W. Shakespeare, Subúbia, de Eric Bogosian, A Última Gravação de Krapp e Fim do Jogo, de Samuel Beckett, O Pupilo quer ser Tutor, de Peter Handke, Alta Noite, de Elisio Lopes Jr., Loucos por Amor, de Sam Shepard, e Réquiem, de Hanoch Levin. Além de encenador de textos clássicos das dramaturgias brasileira e internacional, tem demonstrado interesse por dramaturgos brasileiros vivos, muitas vezes em processos colaborativos de criação, tais como: NOSSA Cidade Odisséia Comovento, Nonobertononemorto, todos de Luis Alberto de Abreu, Homeless, de Noemi Marinho, Antares, de Alcides Nogueira, Pequeno Sonho em Vermelho, de Fernando Bonassi, B-Encontros com Caio Fernando Abreu, de Lucienne Guedes, e, em 2010 Os Passageiros, de Flavio Goldman.Desde 1999 é Diretor Artístico do Núcleo Argonautas de Teatro, em São Paulo. O grupo já desenvolveu dois projetos selecionados pela Lei de Fomento ao Teatro: O Que Morreu mas não deitou e Terra sem Lei. Além de Teatro, sua atuação na área da Dança como Diretor inclui trabalhos com o Grupo Cisne Negro (Iribiri), com Antonio Nóbrega (O Reino do Meio-Dia), Cia. de Dança Ruth Rachou (Auké, Scapus), entre outros. Em ópera, no Teatro Municipal de São Paulo, dirigiu Eugène Oneguin, de Tchaikowski, com regência do Maestro Isaac Karabtchevsky. Teatro dramático, Teatro de Animação, Pantomimas, Teatro Físico, Teatro para Crianças, Performances são algumas das linguagens presentes na carreira de Francisco Medeiros, que lhe valeram mais de 40 prêmios em mais de trinta anos de carreira. Alguns prêmios: Molière, Mambembe, Inacen, APCA, Apetesp, Governador do Estado, Coca-Cola Femsa, Panamco, além de doze Indicações para o Prêmio Shell de Teatro como Melhor Diretor ou na Categoria Especial. Merece destaque também o prêmio Internacional Angel Award, pelo espetáculo Flor de Obsessão, do Grupo Pia Fraus, considerado o melhor espetáculo de teatro físico do Festival Internacional de Edimburgo, em 1999. Sobre Paula BurlamaquiFormada pelo Centro de Artes de Laranjeiras, a atriz já atuou em oito peças teatrais. Entre elas: Lizístrata, dirigida por Domingos de Oliveira; Cartas Portuguesas, dirigida por Moacyr Góes; Fragmentos, dirigida por Antonio Abujanra; O Príncipe de Copacabana, dirigida por Gerald Thomas e Lavanderia Brasil, dirigida por Moacyr Chaves.No cinema participou de sete filmes, entre eles: Paixão Perdida (dir. Walter Hugo Cury); Viva Sapato (dir. Luiz Carlos Lacerda); Gatão da Meia Idade (dir. Cláudio Fontana); Meteoro (dir. Diego de La Teixeira); Reis e Ratos (dir. Mauro Lima).Paula Burlamaqui participou do elenco de onze novelas e cinco minissséries. Seus mais recentes trabalhos foram: Cama de Gato, de Duca Rachid e Telma Guedes, (dir. Ricardo Waddington). América, de Glória Perez, (dir. Jayme Monjardim), O Profeta, de Walcyr Carrasco, (dir. Roberto Talma) e A Favorita, de João Emanuel, (dir. Ricardo Wadington). Sobre Daniel AlvimProtagonizou com o personagem Gustavo a novela Vende-se um Véu de Noiva, de Íris Abravanel. Trabalhou em Revelação, também de Íris Abravanel no SBT. Na Rede Record, atuou em Luz Do Sol, novela de Ana Maria Moretzon, Essas Mulheres, de Marcílio Moraes e Rosane Lima, e Escrava Isaura, de Tiago Santiago e Anamaria Nunes.Com uma longa trajetória no teatro, trabalhou com grandes diretores: Wladimir Capella, Gabriel Vilella, Ernesto Piccolo, Márcio Aurélio, Paulo Faria, Johana Albuquerque e Jairo Matos.Seus principais trabalhos: Os Collegas, Le Defunt, Sua excelência o Candidato, Homem das Galochas, Um Certo Faroeste Caboclo, Dom Carlo de Verdi, Leila Baby, Sossego e Turbulência no Coração de Hortência.No cinema participou recentemente de Reis e Ratos (dir. Mauro Lima). Sobre Harold PinterPinter (1930-2008), que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 2005, é considerado um dos mais importantes dramaturgos do Ocidente, da segunda metade do século XX.
Em março de 1963, O Amante estreou em um especial para TV. A partir de seu sucesso, nasceu a adaptação para o teatro, que estreou em setembro do mesmo ano. O texto, que escreveu aos 33 anos, é uma de suas obras mais encenadas em diversas línguas e em diferentes países. O escritor nasceu em Hackney, Londres. Em 1950 começou a publicar seus primeiros poemas. Trabalhou como ator em uma trupe de teatro popular, atuando durante mais de 5 anos nesta companhia. Sua primeira peça publicada foi “The Room”, em 1957. A importância de sua escrita está na maneira extraordinária pela qual apresenta o universo das relações humanas.Isso se dá por meio do cuidado meticuloso em sua dramartugia: “Toda sílaba, toda inflexão é calculada com sutileza. E as repetições e circularidades, as quais compõem a fala cotidiana, são usadas precisamente como elemento formal, no qual o autor pode compor a dança da sua linguagem”.Com ele, o teatro realista ganhou novos contornos. Pela maneira como trata dos assuntos banais, ele costuma levar o público a uma viagem fantástica, a um mundo misterioso sem sair da atmosfera corriqueira (típica do teatro realismo).
O Amante
Teatro Universitário Véritas (400 lugares)
Dia 16 de outubro as 19h00 e 21h00.
Ingressos a venda nas Lojas Roth e durante o sábado (16/10 - a partir das 13h00) no saguão do Teatro Véritas.
Valor do ingresso: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Recomendação: 14 anos
Maiores Informações pelo fone 14 3011-7560
Produção local : Trinca Cultural
Ficha técnicaDiretor: Francisco MedeirosElenco: Paula Burlamaqui e Daniel AlvimAssistente de direção e trilha sonora: Aline MeyerPreparação corporal: Neide NevesCenário: Márcio MedinaFigurino: Marichilene Artsevskis Iluminação: Maneco QuinderéVisagismo: Leopoldo PachecoCabelos: Marcos ProençaDireção de Produção: Sonia Kavantan
d e H a r o l d P i n t e r
Direção de Francisco Medeiros
“Não há uma grande diferença entre o que é real e o que é irreal, nem entre o verdadeiro e o falso. Uma coisa pode não ser nem verdadeira, nem falsa. Pode ser ao mesmo tempo verdadeira e falsa.”
(Trecho do discurso de Harold Pinter, ao receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2005). O texto de Harold Pinter provoca muitas e diferenciadas emoções e sensações. Esses estados alternados são um desafio inquietante e motivador para os atores Paula Burlamaqui e Daniel Alvim. Juntos, eles sobem ao palco do Teatro Universitário Véritas, da USC, para contracenarem na comédia dramática O Amante, no dia 16 de outubro, com sessões as 19 e 21 horas. O espetáculo estreou na cidade de São Paulo em agosto deste ano e faz sua 2ª apresentação da turnê pelo interior do Estado aqui em Bauru. O escritor, com peças montadas pelo mundo afora, é reconhecido por ser um dos autores mais complexos e instigantes da cena teatral contemporânea, em função de sua sagacidade e sensibilidade acerca, principalmente, das relações afetivas conjugais.
Em O Amante, Pinter levanta provocações, certezas, dúvidas, surpresas, tendo o casamento como o mote principal. Os diálogos são repletos de conflitos, jogos de dominação e de poder, que afloram na convivência do casal Sarah (Paula Burlamaqui) e Richard (Daniel Alvim). Nuances da intimidade e fantasias a dois, em que marido e mulher revezam-se entre algozes e vítimas, vão compondo uma história cheia de grandes revelações, alternadas por blefes e jogos eróticos. O resultado é uma atmosfera de desconfiança, na qual se perde o controle da verdade. Na montagem, a verdade e a mentira terão de ser descobertas pela plateia, que no decorrer da peça, é convidada a tirar as diversas máscaras que acobertam as identidades do casal. Para o diretor Francisco Medeiros, o brilhantismo do texto está na alternância de jogos conjugais e teatrais. “O texto explora a ambiguidade na dinâmica das relações amorosas”. É uma enxurrada de sensações, em que a volúpia, a intempestividade, a impetuosidade, o sarcasmo, a franqueza, a subjugação, o desprezo e a cumplicidade estimulam atitudes cruéis, as quais, não raro, fazem parte do relacionamento romântico. De acordo com Francisco Medeiros, a peça é um desafio, porque propõe várias identidades para duas pessoas casadas em uma tentativa vibrante e perigosa de manter a “saúde” do casamento. Um trabalho para atores corajosos... Sarah e Richard são casados há 10 anos, porém jamais tiraram suas máscaras um para o outro. Eles disputam, competem e querem dominar o placar, de uma maneira chocantemente natural para o mundo de hoje. Assim, eles acreditam que estão mantendo a vitalidade da relação e a renovação do prazer, em um mundo em que, invariavelmente, o cotidiano ameaça o amor com seus sintomas já conhecidos: a rotina e o tédio. “Existem relações com a ausência total da máscara? É isso que o Pinter quer discutir, entre outros temas. Ele fazia essa pergunta em 1963 e até hoje ela pode ser aplicada tranquilamente”, conta Medeiros. Segundo o diretor, “a peça apresenta algumas facetas do ser humano que não costumam ser olhadas, nem lembradas”. E como todo artista de alta qualidade, Pinter não aponta caminhos, nem soluções. Ele constata! O texto apresenta um genial encadeamento de ideias ambíguas, comprovando a habilidade do autor como um artesão da dramaturgia, na opinião do diretor. “O diálogo é vivíssimo, ágil, sucinto e inteligentíssimo”, completa. E para superar o desafio que o rico texto proporciona, Francisco Medeiros contou com uma equipe de mestres, como ele mesmo diz. O trabalho de corpo dos atores ficou a cargo de Neide Neves, que baseia sua formação na linguagem desenvolvida com Angel Vianna e, principalmente, com Klauss Vianna. Aline Meyer, bastante conhecida no mundo teatral paulistano como autora de trilhas sonoras, soma em seu currículo mais uma vez, a assistência de direção. Marichilene Artisevskis é a responsável pelo figurino e o cenário, que alude ao mundo ambíguo dos personagens por meio de persianas, conta com a assinatura de Márcio Medina. Já a iluminação tem o estilo do não menos respeitado Maneco Quinderé.
O público assistirá a uma peça recheada de suspense, ironia, graça, fantasias eróticas, fetiches... Em outros momentos, presenciará cenas de profundas emoções!
Sobre Francisco MedeirosBacharel em Direção Teatral, Crítica e Dramaturgia pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Como Diretor de espetáculos de Teatro, Dança e Ópera, iniciou a carreira em 1973 com a encenação de Fando e Lis, de F. Arrabal. Desde então já dirigiu mais de 100 espetáculos. Entre eles: Artaud, O Espírito do Teatro, de José Rubens Siqueira, Depois do Expediente, de Franz Xaver Kroetz, Tronodocrono, de Gabriela Rabelo e José Rubens Siqueira, Criança Enterrada, de Sam Shepard, Risco e Paixão, de Fauzi Arap, Marat-Sade, de Peter Weiss, A Gaivota, de A. Tchekov, Sherazade, de José Rubens Siqueira, Flor de Obsessão, de Pia Fraus Teatro, Eonoé, de José Rubens Siqueira, A Conferência dos Pássaros, de Jean-Claude-Carriière, Nossa Cidade, de Luis Alberto de Abreu, Uma Vida no Teatro, de David Mamet, Os IKS, de Colin Higgins e Jean-Claude-Carrière, Hamlet, de W. Shakespeare, Subúbia, de Eric Bogosian, A Última Gravação de Krapp e Fim do Jogo, de Samuel Beckett, O Pupilo quer ser Tutor, de Peter Handke, Alta Noite, de Elisio Lopes Jr., Loucos por Amor, de Sam Shepard, e Réquiem, de Hanoch Levin. Além de encenador de textos clássicos das dramaturgias brasileira e internacional, tem demonstrado interesse por dramaturgos brasileiros vivos, muitas vezes em processos colaborativos de criação, tais como: NOSSA Cidade Odisséia Comovento, Nonobertononemorto, todos de Luis Alberto de Abreu, Homeless, de Noemi Marinho, Antares, de Alcides Nogueira, Pequeno Sonho em Vermelho, de Fernando Bonassi, B-Encontros com Caio Fernando Abreu, de Lucienne Guedes, e, em 2010 Os Passageiros, de Flavio Goldman.Desde 1999 é Diretor Artístico do Núcleo Argonautas de Teatro, em São Paulo. O grupo já desenvolveu dois projetos selecionados pela Lei de Fomento ao Teatro: O Que Morreu mas não deitou e Terra sem Lei. Além de Teatro, sua atuação na área da Dança como Diretor inclui trabalhos com o Grupo Cisne Negro (Iribiri), com Antonio Nóbrega (O Reino do Meio-Dia), Cia. de Dança Ruth Rachou (Auké, Scapus), entre outros. Em ópera, no Teatro Municipal de São Paulo, dirigiu Eugène Oneguin, de Tchaikowski, com regência do Maestro Isaac Karabtchevsky. Teatro dramático, Teatro de Animação, Pantomimas, Teatro Físico, Teatro para Crianças, Performances são algumas das linguagens presentes na carreira de Francisco Medeiros, que lhe valeram mais de 40 prêmios em mais de trinta anos de carreira. Alguns prêmios: Molière, Mambembe, Inacen, APCA, Apetesp, Governador do Estado, Coca-Cola Femsa, Panamco, além de doze Indicações para o Prêmio Shell de Teatro como Melhor Diretor ou na Categoria Especial. Merece destaque também o prêmio Internacional Angel Award, pelo espetáculo Flor de Obsessão, do Grupo Pia Fraus, considerado o melhor espetáculo de teatro físico do Festival Internacional de Edimburgo, em 1999. Sobre Paula BurlamaquiFormada pelo Centro de Artes de Laranjeiras, a atriz já atuou em oito peças teatrais. Entre elas: Lizístrata, dirigida por Domingos de Oliveira; Cartas Portuguesas, dirigida por Moacyr Góes; Fragmentos, dirigida por Antonio Abujanra; O Príncipe de Copacabana, dirigida por Gerald Thomas e Lavanderia Brasil, dirigida por Moacyr Chaves.No cinema participou de sete filmes, entre eles: Paixão Perdida (dir. Walter Hugo Cury); Viva Sapato (dir. Luiz Carlos Lacerda); Gatão da Meia Idade (dir. Cláudio Fontana); Meteoro (dir. Diego de La Teixeira); Reis e Ratos (dir. Mauro Lima).Paula Burlamaqui participou do elenco de onze novelas e cinco minissséries. Seus mais recentes trabalhos foram: Cama de Gato, de Duca Rachid e Telma Guedes, (dir. Ricardo Waddington). América, de Glória Perez, (dir. Jayme Monjardim), O Profeta, de Walcyr Carrasco, (dir. Roberto Talma) e A Favorita, de João Emanuel, (dir. Ricardo Wadington). Sobre Daniel AlvimProtagonizou com o personagem Gustavo a novela Vende-se um Véu de Noiva, de Íris Abravanel. Trabalhou em Revelação, também de Íris Abravanel no SBT. Na Rede Record, atuou em Luz Do Sol, novela de Ana Maria Moretzon, Essas Mulheres, de Marcílio Moraes e Rosane Lima, e Escrava Isaura, de Tiago Santiago e Anamaria Nunes.Com uma longa trajetória no teatro, trabalhou com grandes diretores: Wladimir Capella, Gabriel Vilella, Ernesto Piccolo, Márcio Aurélio, Paulo Faria, Johana Albuquerque e Jairo Matos.Seus principais trabalhos: Os Collegas, Le Defunt, Sua excelência o Candidato, Homem das Galochas, Um Certo Faroeste Caboclo, Dom Carlo de Verdi, Leila Baby, Sossego e Turbulência no Coração de Hortência.No cinema participou recentemente de Reis e Ratos (dir. Mauro Lima). Sobre Harold PinterPinter (1930-2008), que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 2005, é considerado um dos mais importantes dramaturgos do Ocidente, da segunda metade do século XX.
Em março de 1963, O Amante estreou em um especial para TV. A partir de seu sucesso, nasceu a adaptação para o teatro, que estreou em setembro do mesmo ano. O texto, que escreveu aos 33 anos, é uma de suas obras mais encenadas em diversas línguas e em diferentes países. O escritor nasceu em Hackney, Londres. Em 1950 começou a publicar seus primeiros poemas. Trabalhou como ator em uma trupe de teatro popular, atuando durante mais de 5 anos nesta companhia. Sua primeira peça publicada foi “The Room”, em 1957. A importância de sua escrita está na maneira extraordinária pela qual apresenta o universo das relações humanas.Isso se dá por meio do cuidado meticuloso em sua dramartugia: “Toda sílaba, toda inflexão é calculada com sutileza. E as repetições e circularidades, as quais compõem a fala cotidiana, são usadas precisamente como elemento formal, no qual o autor pode compor a dança da sua linguagem”.Com ele, o teatro realista ganhou novos contornos. Pela maneira como trata dos assuntos banais, ele costuma levar o público a uma viagem fantástica, a um mundo misterioso sem sair da atmosfera corriqueira (típica do teatro realismo).
O Amante
Teatro Universitário Véritas (400 lugares)
Dia 16 de outubro as 19h00 e 21h00.
Ingressos a venda nas Lojas Roth e durante o sábado (16/10 - a partir das 13h00) no saguão do Teatro Véritas.
Valor do ingresso: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Recomendação: 14 anos
Maiores Informações pelo fone 14 3011-7560
Produção local : Trinca Cultural
Ficha técnicaDiretor: Francisco MedeirosElenco: Paula Burlamaqui e Daniel AlvimAssistente de direção e trilha sonora: Aline MeyerPreparação corporal: Neide NevesCenário: Márcio MedinaFigurino: Marichilene Artsevskis Iluminação: Maneco QuinderéVisagismo: Leopoldo PachecoCabelos: Marcos ProençaDireção de Produção: Sonia Kavantan
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